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Palmeiras, o retorno
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Leandro Quesada

Com a camisa amarela da seleção brasileira, o Palmeiras encerrou 343 dias de expectativas na segunda divisão e voltou à elite do futebol do Brasil. A simbologia do amarelo nos remete aos grandes tempos da Academia de futebol, quando o time era base do selecionado nacional. Quem sabe a inspiração da cor não devolva o Verdão aos momentos de sucesso a partir do ano que vem.

A maioria não tinha dúvida que o Verdão voltaria ao grupo de destaque do campeonato nacional. A superioridade técnica palmeirense fez o time sobrar no torneio. Não teve para ninguém.

O Palmeiras é melhor em tudo ou quase. O time com maior número de pontos, vitórias e gols feitos, com menos derrotas e gols sofridos. O Verdão não tem apenas o artilheiro. A volta é merecida. Falta apenas o título da Série B – claro, não tem o mesmo peso dos oito da primeira divisão – para coroar a seriedade do trabalho.

O jogo da volta A torcida não ficou, totalmente, satisfeita com o placa obtido no Pacaembu. O empate sem gols, no entanto, foi suficiente para garantir o retorno ao grupo de elite do Brasileirão no ano que vem.

Faltou o gol O Palmeiras criou 14 chances para marcar o gol. Rafael Santos, goleiro do São Caetano, fez o impossível para evitar a festa completa do rival. O palestrino Fernando Prass também fez grandes defesas.

Pênaltis Na minha visão, atrás do gol de Rafael Santos no primeiro tempo, dois pênaltis claros foram cometidos pelo Azulão. Um de Fabinho em Vinicius, não marcado, e outro de Rafael em Alan Kardec, marcado e desmarcado pelo árbitro Wilson Seneme.


Foi, Corinthians!
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Leandro Quesada

O famoso e popular 'Vai, Corinthians!' deu lugar ao 'Foi, Corinthians!'.

A festa do título mundial de 2012, no Japão, acabou, oficialmente, na noite desta quarta-feira, em Porto Alegre, com a eliminação na Copa do Brasil.

O Corinthians teve uma temporada desfocada, desligada e desconectada.

Nada que se explique será suficiente para entender e justificar o que aconteceu com o campeão mundial. Nada! A desmotivação incompreensível dominou a campanha de 2013.

Um time milionário, com salários em dia, um grande treinador, ótimos jogadores, excelentes profissionais e estruturas de trabalho. Não faltou nada.

Ou melhor, faltou. Faltou jogar bola, algo que o Corinthians esqueceu de fazer depois daquela noite memorável de 16 de dezembro de 2012, em Yokohama, contra os ingleses do Chelsea.

Restou ao Corinthians encerrar de forma melancólica a participação no Brasileirão. E a Libertadores? Bem, agora só em 2015.

O jogo Em dois jogos, Corinthians e Grêmio não fizeram nenhum gol. Emoção mesmo, apenas nas cobranças de pênaltis.

Pato patético A cobrança de pênalti feita por Pato foi uma das coisas mais horrorosas da partida. Pato atrasou a bola, simplesmente, para Dida.

O lance é o exemplo claro da falta de seriedade do Timão em alguns momentos.

Walter 'quase herói' O goleiro corinthiano jogou muito no tempo normal e passou no teste de substituir o titular Cássio. Na disputa por pênaltis defendeu duas cobranças e se Pato não tivesse brincado, poderia ter sido o grande herói da classificação.

Dida monstro O ex-corinthiano defendeu três penalidades. Monstro!

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“Luxemburgo não faz parte do planos”, diz Brunoro
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Leandro Quesada

''Não é por ter trabalhado com ele que há alguma coisa'', desconversou José Carlos Brunoro sobre a possível vinda de Luxemburgo ao Palmeiras em 2014.

O diretor-executivo, em entrevista à Rádio Bandeirantes, não quis confirmar ou não a permanência do atual técnico Gilson Kleina na próxima temporada.

''Não pensamos sobre isso neste momento'', despistou.

Brunoro disse que a partir da próxima semana, a cúpula de futebol começa a traçar os planejamento para 2014.


De Rogério Ceni para Lucas: ‘Se você voltar, eu renovo’
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Leandro Quesada

O assunto aposentadoria de Rogério Ceni gera uma das maiores curiosidades no mundo do futebol.

O goleiro dos mais de mil jogos e cem gols marcados ainda não tomou a decisão mas alguns acreditam que ele pendurará as luvas ao final desta temporada.

Muricy Ramalho quer o goleiro em 2014, colegas de time, como Ganso, também, o presidente Juvenal Juvêncio tentará convencê-lo a jogar mais um ano e até quem não está mais no Tricolor quer a permanência do mito, no caso de Lucas, hoje no PSG da França.

''Eu sempre troco mensagens com Lucas. Surgiu até a notícia dele voltar ao São Paulo e ele me disse que não voltaria. Mas eu disse que 'se você vier, eu renovo', brincando'', revelou Rogério.

Mas você continua ou não, Ceni? ''Eu não vou tocar neste assunto. Eu estou concentrado nos nove jogos que temos ou até mais se chegarmos à final da Copa Sulamericana'', desconversou.

Rogério Ceni diz não ver motivo para tanto 'barulho' e considera que o São Paulo está bem servido no setor, caso ele pare. ''O Denis está pronto para jogar'', conclui.


Muricy poupará alguns atletas no Chile; L. Fabiano é guardado para pegar o Inter
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Leandro Quesada

''Não vou arrebentar os jogadores. Vejam hoje, todos saíram cansados. Eu vou pensar bastante e com cuidado para decidir quem fica fora'', explicou, preocupado, o técnico sãopaulino.

Muricy Ramalho prevê o risco de alguns atletas não suportarem as últimas oito partidas do Brasileirão e talvez mais sete se chegar à final da Copa Sulamericana.

Destes, um duelo é certo no torneio da Conmebol, na quarta-feira, contra o Universidad Católica.

Luis Fabiano Eu conversei com o médico do São Paulo, José Sanches de Aquino, sobre a volta do artilheiro. ''A nossa expectativa agora é o retorno dele contra o Inter'', revelou.


Corinthians acerta ao manter Tite
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Leandro Quesada

Na contramão da filosofia dominante dos clubes brasileiros desde que Charles Miller trouxe a primeira bola ao Brasil, a cúpula de futebol corinthiana decide pela permanência do técnico.

Tite fica!“, confirmou Duilio Monteiro Alves, diretor de futebol.

A cena de 2011 se repete com o mesmo Tite. Naquele ano, depois da precoce eliminação da Libertadores para o Tolima, o então presidente Andrés Sanchez, não se curvou às pressões e manteve o treinador no cargo. Resultado: o Corinthians de Tite foi campeão brasileiro, da Libertadores, do Mundial, do Paulistão e da Recopa.

Em outras épocas, o Corinthians já teria fritado o técnico. O velho ditado ''é mais fácil mandar um (treinador) embora do que dez (jogadores)'' seria aplicado.


Muricy quer Rogério Ceni em 2014
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Leandro Quesada

Indagado sobre a permanência do ídolo, que já insinuou a possibilidade de pendurar as luvas, o técnico do São Paulo foi curto e objetivo: ''É o melhor goleiro que temos''.

''Nós devemos deixar o emocional de lado e analisar o que o Rogério faz no gol. Ele está em grande fase. É isso que importa'', ratifica Muricy Ramalho.

As críticas feitas ao goleiro pelo pênalti desperdiçado no clássico com o Corinthians foram rebatidas pelo treinador. ''Perder o pênalti não tem peso neste momento. O Rogério é goleiro, não atacante'', finalizou.


Tenso e sem gols, empate foi ruim para São Paulo e Corinthians
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Leandro Quesada

Não foi por falta de chances que os rivais paulistas não fizeram gols no clássico desta tarde no Morumbi. O 0 x 0 foi o retrato fiel de dois times que têm ataques inoperantes. Na hora de finalizar, eles falham.

Três reais possibilidades foram criadas pelo Tricolor no 1º tempo com Ademilson, Aloísio e Maicon. Cássio teve sorte e também categoria para evitar o pior.

No segundo tempo, os corinthianos chegaram ao gol de Rogério Ceni com perigo. O sonolento e desfocado Emerson perdeu dois gols incríveis. A melhor chance foi com Paulo André mas Rogério Ceni evitou.

Rogério Ceni e Cássio foram os protagonistas do último lance de destaque. Aos 44' da etapa final, Rogério Ceni bateu pênalti e Cássio defendeu. Os goleiros foram vilão e herói no último suspiro.

Na classificação do Brasileirão, este empate foi ruim para os dois. O São Paulo ficou dois pontos acima da zona do rebaixamento e o Timão, cinco.

Números negativos O time de Tite empatou pela 13ª vez no Brasileirão, sendo oito empates por 0 x 0. Em 28 jogos marcou apenas 22 gols. O São Paulo fez um pouco mais: 26 gols. O saldo do Tricolor é negativo, no entanto. Os ataques dos dois paulista supera apenas o do lanterna Náutico (19).

''O resultado foi justo'', disse Tite.

''Voltamos a jogar bem mas não transformamos em vitória'', avaliou Muricy Ramalho.

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‘Rei de empates’, Corinthians despenca
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Leandro Quesada

Pela 12ª vez, o Corinthians empata no Brasileirão 2013. Se tivesse vencido a metade e perdido a outra, o Timão teria 42 pontos contra os 36 atuais. Isso representaria figurar na quinta posição, perto do G4.

Empatar muito em um campeonato tão embolado é a pior matemática para um time. O time de Tite emperrou em doze partidas, conquistou doze dos 36 que estavam em disputa.

''Os resultados de empate não são os ideais. Nós tentamos mas não conseguimos vencer algumas destas partidas em casa'', concorda o técnico Tite.

Sete destes doze empates tiveram o placar de 0 x 0. Cinco deles com o Timão como mandante.

Empatar é péssimo negócio.

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‘Libertadores é ilusão’, descarta técnico da Lusa
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Leandro Quesada

''Traçar uma meta muito alta, não dá certo. É como tentar ver o ônibus espacial da Nasa. Já ver um avião é mais fácil'', compara, com bom humor, Guto Ferreira.

A Portuguesa conquistou duas goleadas em clássicos paulista contra Corinthians (4 a 0) e Santos (3 a 0) que a ajudaram de fugir da zona do rebaixamento. A empolgação é tão grande que a vaga na Libertadores virou um sonho.

Guto Ferreira não quer ''iludir'' o torcedor lusitano com ''mais do que cumprir o objetivo de escapar'' da degola.

Hoje, a Lusa está longe do G4. Nove pontos separam a equipe do Canindé do Botafogo, quarto colocado do Brasileirão.