Blog do Quesada

Arquivo : julho 2013

Paulo André ajuda ataque, Timão vence e fica seis pontos de líder
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Leandro Quesada

O zagueiro marcou o segundo gol da vitória do Corinthians contra o Grêmio. Na cabeçada de Paulo André, a bola resvalou em Pato que já estava com parte do corpo dentro do gol. A dúvida sobre o autor deste gol foi desfeita pelo árbitro Alício Pena Jr.

Além de Paulo André, o outro gol, o primeiro, foi convertido por Emerson no rebote de Dida após o chute de Paulo André. O zagueiro participou dos dois lances de gols do Corinthians.

O ‘título’ de pior ataque do Brasileirão já não pertence mais ao time de Tite. O Corinthians chega aos oito gols, um a mais que o Náutico, dono do ataque menos goleador neste momento.

O mais importante é diminuir a diferença para seis pontos em relação ao Coritiba, líder do Brasileirão, na opinião do técnico Tite: “Quando chegar nas dez últimas rodadas podemos indicar quem vai brigar pelo título. Fazer duas vitórias seguidas para qualquer time já melhora a posição. Vamos passo a passo”.

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Na técnica, no suor e na garra, Verdão é líder
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Leandro Quesada

Tudo deu certo para o Palmeiras na noite desta terça no Pacaembu. Tudo. Desde o pênalti para o Icasa, defendido por Fernando Prass até o pênalti para o Palmeiras convertido por Vinícius, o mais destacado da equipe. Goleada justa por 4 x 0, no velho Paca. A derrota da Chapecoense para o Ceará por 3 x 1 ajudou muito Gilson Kleina e a turma palestrina. A goleada do América de Minas sobre o Sport Recife, também.

Depois de onze rodadas, o Verdão mostrou que é o mais forte candidato ao título da Série B. A defesa consistente sofreu sete gols, a melhor até aqui, o ataque fez 24 gols, a melhor artilharia do torneio e oito vitórias, o maior número de resultados positivos. É bom lembrar que a Chapecoense tem uma partida a menos, contra o América de Minas, que será realizada dia 20 de agosto.

A diferença técnica do Palmeiras para alguns adversários é evidente. Em alguns casos, como o do Icasa, a correria cearense impõe maiores dificuldades. A Série B é diferente, não há dúvida. Não basta apenas a técnica, mas principalmente, suor e garra, dois quesitos apresentados pelo Palmeiras.

O Verdão será campeão com cinco ou seis rodadas de antecedência, se continuar assim.

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Muricy: “Futebol é um vício”
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Leandro Quesada

O convívio com a família, para quem vive no mundo do futebol, é possível apenas quando não o profissional está trabalhando em algum time, o que é o caso de Muricy Ramalho. “Fui ver que tem vida fora do futebol. O futebol é um vício, uma loucura. Vinte e quatro horas direto”.

Desde que deixou o Santos, no final de maio, o técnico curte os raros momentos ao lado da esposa Rose e os três filhos já crescidos. “Ela pede para não ter pressa para voltar pois está me vendo bem. Eu estou curtindo meus filhos. Minha mulher e minha família estão adorando“, revela, contente, a pai presente.

A saúde está “100 %“, conta Muricy. “Tive um problema sério no Santos e não pude me afastar. Eu sentia muitas dores por causa da diverticulite e alimentação. Fiquei três dias internado com dores abdominais terríveis. Não operei e tratei com antibióticos. A pressão e coração estão bem. Não fumo e caminho todo dia“, vibra o treinador.

“Quando estava trabalhando, minha mulher dizia: ‘Vai calmo no jogo’ (risos). Eu respondia: ‘Tá bom. Só se ficar em casa’. O Telê ficou doente por isso. Seis da manhã, ele estava brigando com o cara da grama no CT”, revela a conversa com a mulher Rose, com quem está casado há 33 anos.

A volta ao futebol será feita sem pressa e não para um lugar qualquer. “Não quero voltar por um contrato apenas. Posso esperar até o ano quem vem também”.

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Corinthians 0 x 0 São Paulo: Empate terrível para ambos
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Leandro Quesada

O termo clássico nem deveria ser usado para definir o jogo entre Corinthians e São Paulo no Pacaembu. Tecnicamente, fraco. Ao contrário dos dois encontros nas finais da Recopa Sulamericana, desta vez os dois adversários fizeram uma disputa sem qualidade, inspiração pobre e falta de bons lances de gols.

No quesito da matemática dos pontos, o resultado é terrível para os dois rivais na classificação do Brasileirão 2013.

O Corinthians soma apenas 11 pontos em nove partidas. Aproveitamento pífio para um time multi-campeão (40%). O tempo está correndo, as rodadas avançam e o Timão patina na competição. Nos últimos três jogos, Atlético-MG, Atlético-PR e São Paulo, foram dois pontos conquistados em nove possíveis.

O ataque corinthiano também explica a falta de vitórias. Os seis gols marcados representam pouco para quem busca pontos para ser campeão. Básico: se os gols não são feitos, as vitórias não aparecem.

Na zona do rebaixamento, o Tricolor consegue ser pior ainda. São onze jogos e nove pontos. Campanha sofrível, com aproveitamento de 27%. Na volta da excursão pelo exterior, a equipe pode voltar a disputar o campeonato na lanterna, algo inimaginável até pelo mais pessimista torcedor.

As doze partidas sem vencer mexem com a auto-estima dos jogadores. É muito tempo tempo sem cantar uma vitoria.

A cada rodada, as coisas pioram para o time de Autuori. Lúcio barrado, Ganso preterido, Luis Fabiano e Denilson, contundidos, diretor de futebol demitido e briga de Juvenal com sócios, aumentam a série de más notícias no Morumbi, nos últimos dias.

O sinal de alerta está ligado para corinthianos e são-paulinos.

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Saída de Adalberto era unanimidade
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Leandro Quesada

Em uma coisa os dois grupos – a favor e contra Juvenal Juvêncio – estavam de acordo: a permanência de Adalberto Baptista era insustentável.

Desde a chegada ao comando do futebol do SPFC, o empresário e sócio do Grupo Aché, o maior laboratório farmacêutico da América Latina, causou ciúmes dentro do clube. A relação estreita com JJ era vista com olhares desconfiados. Adalberto ganhou espaço no Tricolor depois de alinhavar e bancar a contratação de Luis Fabiano.

Se por um lado, ele ganhou poder, por outro Leco e João Paulo de Jesus Lopes perderam parte da voz em algumas importantes decisões do futebol. Adalberto era visto como filhinho de papai, petulante, arrogante, com nariz empinado e ar de superioridade. Muitos temiam que ele atropelasse todo mundo no Morumbi para conquistar mais espaço.

No episódio em que critica o ídolo Rogério Ceni, Adalberto comete um erro imperdoável ao mexer com algo intocável: o “amor” são-paulino pelo maior símbolo do futebol do clube. Erro que custaria muito caro uma semana depois de ser cometido.

Adalberto chegou a ser apontado como um dos sucessores de Juvenal Juvêncio no comando do Tricolor. A proteção de JJ, ironicamente, não foi suficiente para seguir. Juvenal percebeu que sem Adalberto, algumas pressões acabariam. A saída do diretor deixa o ambiente mais leve mas não encerra todos os problemas do time e do clube. O presidente do São Paulo poderia ter sustentado o fiel escudeiro no cargo mas preferiu não comprar a briga com gente que, neste momento, está ao lado dele. Melhor assim, já que no ano que vem tem eleição no São Paulo e JJ não quer largar o osso.

Adalberto, agora, longe do futebol, terá mais tempo para se dedicar ao laboratório farmacêutico e às corridas de carro.

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O Galo conquista a América; Marrocos vem aí!
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Leandro Quesada

Pela primeira vez na história, o Clube Atlético Mineiro, ergue a Copa Libertadores da América. O título mais importante deste tradicional time de Minas Gerais depois do Brasileirão de 1971. E vai seguir agora fazendo história no Mundial de clubes da Fifa. É o melhor momento de mídia do Atlético em todos os tempos. A ida ao continente africano para enfrentar, provavelmente, o Bayern de Munique de Guardiola será o ponto alto. O mundo todo estará falando do Galo de Ronaldinho, Jô, Bernard, Victor, Tardelli e cia.

O Galo mereceu a conquista pela bela campanha na primeira fase, ao despachar o São Paulo nas oitavas, ao eliminar o franco-atirador Tijuana, o perigoso Newell’s Old Boys e na final, o tradicional tricampeão Olímpia.

O herói das classificações contra o Tijuana e Newell’s Old Boys, o goleiro Victor voltou a brilhar na disputa de pênaltis.

Cuca O técnico montou uma equipe coesa, forte, ofensiva e sempre em busca da vitória. Cuca merece mais do que todos este troféu que escapou em outras jornadas.

O título é um prêmio para Ronaldinho Gaúcho. O pentacampeão mundial com a seleção dá a volta por cima e leva mais uma taça de torneio continental. Antes, fora campeão da Champions pelo Barcelona. Ronaldinho teve grandes atuações e foi o líder em campo.

O Atlético Mineiro entra no seleto grupo de campeões da Libertadores que já contava com Santos, Cruzeiro, Flamengo, Grêmio, São Paulo, Vasco, Palmeiras, Inter e Corinthians. O Brasil alcança o 17º título da Libertadores contra os 22 da Argentina.

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Djalma Santos e Dominguinhos estão no céu
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Leandro Quesada

Quando fiquei sabendo das mortes destas duas figuras importantíssimas do futebol e da música do Brasil, fiz um comentário em pensamento: “Tanta gente ruim por aí e vão só os bons!”.

Minha mãe diria que é pecado pensar assim, desejar o mal dos outros, mesmo que os outros sejam ruins, como muitos que estão por aqui, no nosso país.

Djalma Santos e Dominguinhos fizeram histórias nas respectivas áreas de atuação. Eles rodaram o país e o mundo, se apresentando para grandes platéias, emocionando multidões e sendo reconhecidos como craques do esporte e da música, respectivamente.

No futebol, o paulista Djalma foi um dos maiores jogadores do mundo e para os que viram de perto, o melhor lateral direito da história. Ele teve uma das carreiras mais longas: 24 anos. Fez 1079 jogos e marcou 104 gols. Foi ídolo na Portuguesa, Palmeiras e Atlético-PR. Na seleção brasileira, Djalma Santos disputou quatro Copas (54, 58, 62, 66), foi bi-campeão, fez 111 partidas e marcou onze gols. Morreu em Uberaba, aos 84 anos, onde vivia com a dona Esmeralda.

Já Dominguinhos, faleceu em São Paulo, aos 72 anos. Pernambucano de Garanhuns, José Domingos de Moraes foi cantor, compositor e instrumentista durante mais de cinco décadas. Um dos “Reis da sanfona”, tocava muitos gêneros musicais: Baião, forró, choro, xote, xaxado…

Dono de vários sucessos, dentre eles, ♪Eu só quero um xodó♪, ♪De volta pro aconchego♪, Dominguinhos era o herdeiro musical de outro mestre, Luiz Gonzaga.

Que o jogador e o sanfoneiro, descansem em paz!

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Torcedor são-paulino confirma agressão feita por torcida ‘organizada’
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Leandro Quesada

Rodrigo Gaspar é economista e tem 36 anos. Ele foi o sócio agredido durante o churrasco organizado pelo presidente Juvenal Juvêncio, na sede social do clube, no Morumbi. Gaspar deu detalhes na entrevista ao Esporte em Debate, da Rádio Bandeirantes.

O churrasco transcorria, pacificamente, até o começo de uma discussão. Um associado pedia para o São Paulo ser grande, nada além disso. Juvenal gritou palavras de ordem contra o associado: ‘Pega… tem que pegar’. Então, aconteceu a agressão de um membro da torcida organizada, que não conheço, que nunca vi. Fui agredido dentro da minha própria casa. É lamentável o que acontece na história do São Paulo”, relatou Gaspar.

Não entendo como estas pessoas estavam lá no churrasco. Elas estavam com a camisa da torcida organizada”.

Na pele de sócio, Gaspar fez críticas ao modelo de escolha do presidente do clube: “Todo mundo tem se modernizado e tem tido a oportunidade de votar direto para presidente. O São Paulo não tem. É preciso repensar e discutir mas temos um conselho com muita gente capacitada, na hora certa isso vai mudar“.

“Sou são-paulino desde que eu nasci. Torcedor de não perder um jogo“, afirmou Rodrigo Gaspar.


José Silvério: 50 anos de narração esportiva
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UOL Esporte

Do narrador, todo mundo já falou. Vou contar aqui um pouco da minha amizade com José Silvério, o homem, o pai, o amigo. O homem decente e honesto, que teve infância dura, que lutou, trabalhou e trabalha como poucos e não por acaso alcançou o sucesso absoluto nestes 50 anos de profissão.

O pai sempre preocupado com os filhos já crescidos e agora com os netos, apaixonado pelo novo amor como sempre foi pelo primeiro.

O amigo que às vezes me trata como filho, me dá conselhos e me segura nos momentos de explosão.

O profissional com quem divido há 13 anos as principais transmissões da Rádio Bandeirantes, em finais de Libertadores, Brasileiros, campeonatos estaduais, Copa do Brasil, Eliminatórias e coberturas das Copas do Japão e Coreia, onde viajamos de shinkansen – o trem-bala – pela terra do Sol nascente, a da Alemanha em 2006, quando colocamos o pé na estrada em 11 mil quilômetros pelas autoestradas germânicas e a da África do Sul, onde retratamos as desigualdades do país de Mandela. Experiências inesquecíveis ao lado deste cidadão chamado José Silvério.

A carreira, as glórias, as lutas, as dores, as amizades e as narrações dos grandes jogos do futebol são contadas aqui por este mineiro de Itumirim. Ouça a conversa que tive com Silvério, especial, para o UOL Esporte:

DEPOIMENTOS:

“José Silvério, a quem batizei de ‘Pai do Gol’, é tão perfeito mas tão perfeito, que é o único na história do rádio, ao lado de Pedro Luiz, que poderia narrar um jogo de xadrez”, Milton Neves (Rádio Bandeirantes)

“É o Pelé do gol no rádio. Tem a antevisão do craque. Ele não narra em cima do lance. Ele narra antes. Ele desmente os fatos com os gols feitos. Ele desmente a imagem por que ele não erra. O gol é que não sai. Ele não canta o lance. Ele conta. De tanto antecipar o que vai acontecer em cada meta, ele botou na cabeça e na garganta que tudo é objetivo. É preciso. É concreto. Ele não floreia – narra. Ele não inventa – relata. Se narrar a emoção de um gol é inefável, ele é quem mais chega perto disso. Ou melhor: chega antes”, Mauro Beting (Rádio Bandeirantes)

“A convivência com José Silvério não se resumiu a narrações e comentários de futebol. Não ficou restrita à missão de contar a história dos jogos. Batemos longos papos nos estádios e a caminho deles. Certa vez, conversando sobre os efeitos da ação do tempo, às vezes cruel demais com as pessoas, tentamos entender a velocidade e a voracidade das transformações. Seus argumentos foram convincentes, não havia só perdas, mas um enorme aprendizado. As experiências justificavam o peso dos anos. Hoje, nos meus 50, entendo bem o Silvério, e porque ele continua craque também aos 50, de narração”, Paulo Calçade (ESPN)

“Amor, cuidado, profissionalismo… Chame como quiser, mas o fato é que o resultado do trabalho do José Silvério não depende só de talento. E é isso que o faz tão especial. Silvério trata muito bem o talento que tem e o leva ao nível máximo porque busca sempre a excelência nas transmissões. Como um mestre deve ser, ele nos inspira e nos ensina”, Sérgio Patrick (Rádio Bandeirantes)

“Trabalhei com vários profissionais de narração, mas entendo que José Silvério determinou uma forma de narrar em cima da bola e com tal exatidão que as transmissões ficaram muito mais fáceis para os ouvintes. No meu currículo, sempre poderei destacar que trabalhei com o ‘Pai do Gol’. Mais 50 anos de grandes jogos e grandes momentos do rádio. É isso que eu desejo a ele. Parabéns”, Alexandre Praetzel (Rádio Bandeirantes)

“Domingo, futebol e Silvério é uma trilogia que alimenta a vida de todos aqueles que gostam de emoção. Notem que não falei apenas dos que gostam de futebol. Quem gosta mesmo de futebol assiste aos noventa, cento e oitenta, sei lá quantos minutos de bola rolando. Emenda um jogo no outro, um canal de televisão no outro. Mas quem para fascinado ao ouvir um grito de gol, qualquer grito de gol, tem um pacto com a suprema emoção desse esporte. E José Silvério, há cinquenta anos, é protagonista desse momento mágico; desse momento único que arrepia. Não tem cor de camisa nem distintivo. É um grito que sintetiza a jogada narrada com absoluta precisão como se estivesse, ele próprio, manejando os atletas numa peça de tabuleiro. O Brasil possui excelentes narradores mas nenhum deles ainda conseguiu compor com igual perfeição a trilogia com domingo e futebol”, José Carlos Carboni (diretor de jornalismo da Rádio Bandeirantes)

“Não é preciso falar do profissional. Mas, o espaço permite que eu diga alguma coisa sobre o amigo. Hoje, geograficamente , estamos um pouco distantes, mas a amizade é a mesma. Aliás, cada vez mais reforçada, já que esse é um valor cada vez mais raro. Tive o privilégio de viver momentos inesquecíveis ao lado dele. Confidências, revelações, decepções, desabafos, sorrisos e lágrimas nos acompanharam pelo mundo. Dividimos as preocupações com os filhos e refletimos sobre a nossa caminhada diária. Trocamos ao longo da vida solidariedade, companheirismo, sinceridade e todos os nossos defeitos. É ótimo tê-lo na minha vida”, Wanderley Nogueira (Jovem Pan)

“Quem é José Silveiro ? Oras, simplesmente o ‘Pai do Gol’. Só isto já basta para mostrar a importância dele no jornalismo esportivo brasileiro. Eu, graças a Deus, tive a oportunidade de trabalhar com ele por quase 10 anos na Rádio Bandeirantes. E o orgulho de ter sido chamado milhões de vezes por ele no ar. 50 anos de carreira do Silvério significam 50 anos de alegrias e emoções no Rádio Esportivo Brasileiro’, Eduardo Affonso (ESPN)

“Falar de José Silvério é falar de um amigo que aprendi a admirar. Trabalhei com o Zé por anos a fio na Jovem Pan. Sempre muito profissional, sério nas coisas que faz. É o tipo de narrador que vê tudo, o repórter tem que ser muito criativo para acompanhá-lo. Me obrigou a ficar mais atento, afinal ele não deixava quase nenhum detalhe ao largo. Tive a sorte de trabalhar com Silvério e mantemos uma boa amizade. Quando nos vemos é muito gostoso, gratificante e é só um gozando o outro. Parabéns, Silvério. Mais 50 anos de carreira para você. O Rádio precisa de um gênio como você…Abraços..”, Luis Carlos Quartarollo (Jovem Pan)

“Um dos meus orgulhos profissionais é poder trabalhar ao lado de quem eu, quando criança, ouvia transmitir futebol e era fã: José Silvério. O Brasil sempre foi célebre em revelar grandes narradores, mas o Silvério extrapolou a perfeição, atingiu um nível de excelência que poucos conseguem em uma área tão competitiva, extremamente técnica e dependente da emoção através da voz. O tempo passa e o Silvério segue cada vez melhor. Vida longa ao mito”, Ricardo Capriotti (Rádio Bandeirantes)

“O esporte é a metáfora da vida. Por isso, tal qual a vida, não perde sua essência, mas tem transformados seu ritmo e sua velocidade. Os jogos de futebol destes dias têm os mesmos dramas, perdas e conquistas dos que eram disputados em 1963. Ficaram, porém, muito mais rápidos. E José Silvério conseguiu não apenas acompanhar essas mudanças, mas tornar-se parte delas. Narra com a velocidade e a intensidade que o jogo exigir, sem perder a capacidade de transmitir o drama humano que há em qualquer campo de futebol. E Silvério, rápido como nunca, ainda consegue manter sua marca histórica: a precisão”, Claudio Zaidan (Rádio Bandeirantes)

“O Pelé da narração ou se preferir, Beethoven, Einstein, Da Vinci, Michelangelo… Se tivesse um prêmio Nobel de narração esportiva, imagino, este seria conferido ao genial José Silvério”, Leandro Quesada (Rádio Bandeirantes)


Cleiton Xavier admite conversas com Nobre para voltar ao Verdão
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Leandro Quesada

Em entrevista exclusiva à Rádio Bandeirantes, o meio-campista do Metalist da Ucrânia, admitiu ter conversado com o presidente palmeirense Paulo Nobre sobre a possível volta ao Palmeiras. “Eu tive uma boa conversa com o presidente, que é um cara muito legal, mas disse que não depende de mim apenas“, revelou.

Ele está se recuperando de uma lesão no Palmeiras, algo que o ajudou a manter o contato “mais próximo com o ex-clube”.

Cleiton Xavier afirmou ter sido sondado, recentemente, por alguns clubes como Santos, Flamengo, Grêmio e São Paulo, além do próprio Palmeiras: “Do Santos, realmente, houve proposta. Dos outros, apenas sondagens”.

Cleiton Xavier, 30 anos, tem contrato até 2017 com os ucranianos.

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Em ação pelo Verdão

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Hoje, no Metalist da Ucrânia